Que cuidados ajudam a proteger minha conta?
Cinco cuidados cobrem a maior parte do risco: senha exclusiva para esta conta, proteção do e-mail associado, verificação em duas etapas onde estiver disponível, acesso mínimo para cada pessoa da equipe e revisão periódica da atividade. Abaixo, o que cada um envolve na prática.
Senha e e-mail: o par que sustenta o resto
A senha protege a conta. O e-mail associado protege a senha, é por ele que passa qualquer recuperação de acesso. Se o e-mail cai, a conta cai junto.
Use uma senha que não exista em nenhum outro serviço e guarde em um gerenciador de senhas, em vez de anotar. Aplique o mesmo cuidado à caixa de e-mail: senha própria e segundo fator ativo. Onde o ambiente oferecer verificação em duas etapas, ative. Ela é o que reduz o estrago quando uma senha vaza, a senha sozinha deixa de ser suficiente para entrar.
Quem acessa, e com qual nível
- Cada pessoa com o próprio acesso. Login compartilhado apaga o rastro de quem fez o quê, e é o rastro que permite investigar depois.
- Nível mínimo para a função. Quem só concilia venda não precisa poder alterar dados bancários de recebimento.
- Saiu da equipe, sai o acesso. No mesmo dia do desligamento, não na semana seguinte.
- Chaves e credenciais de integração não circulam por mensagem, planilha compartilhada nem repositório de código.
O que revisar de tempos em tempos
- Abra a área de transações e compare o movimento do período com o que a sua operação esperava.
- Confira os dados de recebimento cadastrados. Troca de conta bancária é um dos primeiros sinais de acesso indevido.
- Revise quem tem acesso e remova o que não é mais usado, inclusive credenciais de integração antigas.
- Verifique se o e-mail associado ainda é um endereço sob seu controle, com segundo fator ativo.
Se você desconfia de acesso indevido
- Troque primeiro a senha do e-mail associado, depois a da conta. Com o e-mail comprometido, trocar só a senha da conta não resolve: a recuperação volta para as mãos de quem invadiu.
- Revogue credenciais de integração que você não reconhece ou não usa mais e, onde o ambiente permitir, encerre as sessões abertas.
- Reúna evidências: data e hora, identificadores das transações envolvidas, prints das telas e de qualquer contato suspeito.
- Fale com o suporte da Marcha por canal oficial e descreva exatamente o que mudou na conta.
- Se houver risco sobre um meio de pagamento, cartão ou conta bancária, acione também o banco ou o emissor. Esse caminho corre em paralelo e não depende da Marcha.
Nenhum atendimento em nome da Marcha pede senha, código de autenticação ou número completo de cartão. O canal oficial de suporte é o WhatsApp. Documentação técnica: https://docs.somosmarcha.com/
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