Identificação de recebedores
KYC, documentação e trilha de aprovação para cada participante da operação.
A Marcha organiza pagamentos, Pix, recebedores, KYC, eventos e conciliação em uma arquitetura feita para identificar quem vende, quem recebe e por que cada movimentação aconteceu.
A lógica de conta-bolsão concentra recursos e pode dificultar a identificação dos beneficiários finais. O novo padrão esperado para operações digitais é mais simples de defender: contas, titulares, recebedores, eventos e repasses precisam aparecer com clareza.
A Resolução CMN nº 5.261/2025, conforme o material enviado, reforça critérios para encerramento de contas usadas de forma não aderente à regulamentação, especialmente quando há pagamento, recebimento ou compensação de obrigações em nome de terceiros sem rastreabilidade adequada.
KYC, documentação e trilha de aprovação para cada participante da operação.
Recebimentos, cobranças, QR Code, webhooks e baixa automática conforme a solução contratada.
Pedido, pagamento, liquidação, repasse e saque com eventos organizados para auditoria.
Distribuição entre sellers, afiliados, fornecedores ou unidades com regras claras.
Visão de clientes, volumes, margens, status de KYC e acompanhamento da carteira.
A Marcha opera como camada tecnológica e usa instituições parceiras autorizadas para serviços regulados.
O participante é identificado antes de operar, com critérios de análise e validação.
Taxas, limites, produtos habilitados e regras de repasse são definidos por operação.
Pix, cartão, boleto ou link entram no fluxo com evento e identificador operacional.
A operação acompanha status, liquidação e destino do valor sem planilha manual.
Depende do modelo, dos participantes e do arranjo regulatório. O ponto central é rastreabilidade: saber quem é o titular, quem é o recebedor e qual obrigação está sendo liquidada.
Não. A Marcha é tecnologia financeira. A camada regulada fica com instituições parceiras autorizadas, conforme aplicável.
Sim. Qualquer operação com múltiplos recebedores ganha controle quando comissões, sellers, unidades e prestadores ficam identificados desde a origem.
Porque migração de arquitetura, KYC, conciliação e contratos leva tempo. Quem organiza antes evita trocar o motor do negócio com a operação rodando no limite.
Converse com a Marcha para entender como conta nominal, KYC, split e conciliação entram no seu modelo.